Gustavo Santos polémico, mas Sincero!

"Abdiquei de muita coisa..."

Apresentador, escritor, bailarino, modelo e orador, ou seja, Guru Gustavo Santos, de 39 anos, continua fiel a si mesmo. Adorado por uns e odiado por outros, Gustavo esteve à conversa com Rui Unas (na rúbrica Maluco Beleza). Foi bastante assertivo nas suas declarações e duro, tão duro e frio que podemos afirmar que também foi polémico!

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O apresentador do programa “Querido Mudei a Casa” teve uma infância complicada, e ele nunca o escondeu. Encontrou na dança a sua escapatória de vida, tendo começado a dançar aos 17 anos, e em 2001 foi mesmo o campeão nacional de breakdance! Estava a ter uma carreira em beleza, até que uma lesão o levou a afastar da dança!

Diz ele que abdicou de muita coisa, veja as declarações: “Comecei a dançar aos 17 anos e a dar aulas aos 18. Abdiquei de muita coisa, como por exemplo do meu curso superior, já estava a meio do quinto ano de Educação física e desporto. Desisti também de pessoas que eram contra à minha paixão pela dança (…) eu passo sempre uma mensagem fortíssima: as pessoas que te amam não te tentam afastar da tua missão. A missão de todos é sermos felizes”.

Rui Unas demonstrou não concordar com as palavras de Gustavo, mas respeitava. Gustavo continuou as suas declarações polémicas “Quem é um pai para dizer o caminho que o filho deve seguir? Eu tive que por muita gente a andar. Achas que eu quero alguém na minha vida que me cobra? Eu já fiquei sem falar com a minha mãe e o meu pai de um dia para o outro”.

Unas, respeitou todas as declarações de Gustavo, tendo ainda dito que o admirava, questionando ainda se era a favor da violência como recurso da redenção. Ao que Gustavo fez uma revelação bombástica “Oh meu, eu dizer assim: mãe ou pai eu não gosto de ti! Achas que isto é violência? Eu não acho! Estou a ser verdadeiro (…). Eu sou sempre muito autêntico. A história que te vou contar é real: uma vez a minha mãe perguntou-me: filho tu gostas de mim? E eu disse: não mãe, como é que posso gostar de ti?“.

A justificação para tal é que se na altura tem respondido sim, a mãe ainda hoje culparia tudo e todos pela sua vida. Assumindo agora que a admira “isto sim é que era violência. Eu não gostava da forma como a minha mãe estava. Agora amo-a. Ela encontrou-se!”